# Complicações Esofágicas Graves após Ablação de Fibrilação Atrial: Ainda Devemos Nos Preocupar?

**Authors:** Anibal Pires Borges, Carlos Kalil, Josep Brugada, José Plutarco Gutiérrez Yanez, Pablo da Costa Soliz, Marco Aurelio Lumertz Saffi, Anderson Donelli da Silveira, Maurício Pimentel, Anibal Pires Borges, Carlos Kalil, Josep Brugada, José Plutarco Gutiérrez Yanez, Pablo da Costa Soliz, Marco Aurelio Lumertz Saffi, Anderson Donelli da Silveira, Maurício Pimentel

PMC · DOI: 10.36660/abc.20250290 · 2025-12-18

## TL;DR

Atrial fibrillation ablation is effective but carries rare but serious esophageal risks, which can be mitigated with monitoring and new techniques.

## Contribution

The paper reviews strategies to reduce esophageal complications during ablation and highlights the potential of pulsed field ablation.

## Key findings

- Severe esophageal complications occur in 0.025% to 0.113% of ablation cases.
- High-power short-duration energy and contact force catheters reduce injury risks.
- Pulsed field ablation shows lower risk but is not yet widely available.

## Abstract

A ablação da fibrilação atrial (FA) tem sido cada vez mais utilizada como uma estratégia eficaz para o controle do ritmo, resultando na redução da carga arrítmica, melhora da qualidade de vida e, em casos selecionados, diminuição da mortalidade. No entanto, por se tratar de um procedimento invasivo, envolve riscos inerentes. Complicações esofágicas graves, como perfuração esofágica ou fístula átrio-esofágica, embora raras (com incidência variando de 0,025% a 0,113%), estão associadas a significativa morbidade e mortalidade. Diversos fatores de risco para lesão esofágica foram identificados, incluindo características relacionadas tanto ao paciente quanto ao procedimento. Para mitigar esses riscos durante a ablação por radiofrequência (RF), várias medidas preventivas foram adotadas, como o uso de cateteres com controle de força de contato, aplicações de energia de alta potência e curta duração, além de estratégias de proteção como monitoramento da temperatura esofágica, dispositivos de deslocamento e técnicas de resfriamento. Lesões esofágicas profundas detectadas por endoscopia de vigilância são consideradas precursoras de complicações mais graves e, portanto, merecem atenção especial. O monitoramento intensivo de pacientes com essas lesões pode ser crucial para permitir o diagnóstico precoce e a intervenção oportuna, prevenindo a progressão para complicações mais graves. Embora a terapia por ablação com campo pulsado – que apresenta menor risco para o esôfago e outras estruturas adjacentes – ainda não esteja amplamente disponível, a implementação de estratégias eficazes de monitoramento pode melhorar significativamente os desfechos clínicos e aumentar a segurança dos pacientes no contexto da ablação por RF da FA.

Figura Central:Complicações Esofágicas Graves após Ablação de Fibrilação Atrial: Ainda Devemos Nos Preocupar?

Atrial fibrillation (AF) ablation has been increasingly employed as an effective strategy for rhythm control, leading to a reduction in arrhythmia burden, improved quality of life, and, in selected cases, decreased mortality. However, as an invasive procedure, it carries inherent risks. Severe esophageal complications-such as esophageal perforation or atrioesophageal fistula- though rare (with an incidence ranging from 0.025% to 0.113%), are associated with significant morbidity and mortality. Multiple risk factors for esophageal injury have been identified, including both patient-related and procedure-related characteristics. To mitigate these risks during radiofrequency (RF) ablation, several preventive measures have been adopted, including the use of contact force catheters, high-power short-duration energy applications, and protective strategies such as esophageal temperature monitoring, displacement devices, and cooling techniques. Deep esophageal lesions detected through surveillance endoscopy are considered potential precursors to more serious complications and, therefore, warrant close attention. Enhanced monitoring of patients with such lesions may be crucial for enabling early diagnosis and timely intervention to prevent the progression to more severe complications. While pulsed field ablation therapy, which poses a lower risk to the esophagus and other surrounding structures, is not yet widely available, the implementation of robust monitoring strategies can significantly improve clinical outcomes and enhance patient safety in the context of RF AF ablation.

Central Illustration:Severe Esophageal Complications Following Atrial Fibrillation Ablation: Should We Still Be Concerned?

## Linked entities

- **Diseases:** atrial fibrillation (MONDO:0004981)

## Full-text entities

- **Diseases:** esophageal injury (MESH:D004941), esophageal perforation (MESH:D004939), AF (MESH:D001281), arrhythmia (MESH:D001145), atrioesophageal fistula (MESH:D005402), Esophageal Complications (MESH:D004935)
- **Species:** Homo sapiens (human, species) [taxon 9606]

## Figures

8 figures with captions in the complete paper: https://tomesphere.com/paper/PMC12978277/full.md

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Source: https://tomesphere.com/paper/PMC12978277