# Self-care and fatigue in individuals hospitalized with decompensated heart failure during the covid-19 pandemic: a cross-sectional study

**Authors:** Laura da Silva Araujo, Kethlen Louise Palha Ferrari, Pedro Paulo Fernandes de Aguiar Tonetto, Daiane Vieira Medeiros Costa Zanetti, Carina Aparecida Marosti Dessotte, Rosana Aparecida Spadoti Dantas, Laura da Silva Araujo, Kethlen Louise Palha Ferrari, Pedro Paulo Fernandes de Aguiar Tonetto, Daiane Vieira Medeiros Costa Zanetti, Carina Aparecida Marosti Dessotte, Rosana Aparecida Spadoti Dantas, Laura da Silva Araujo, Kethlen Louise Palha Ferrari, Pedro Paulo Fernandes de Aguiar Tonetto, Daiane Vieira Medeiros Costa Zanetti, Carina Aparecida Marosti Dessotte, Rosana Aparecida Spadoti Dantas

PMC · DOI: 10.1590/1518-8345.7465.4617 · 2026-01-16

## TL;DR

This study found that patients with heart failure during the pandemic had poor self-care and high fatigue, but fatigue did not affect their self-care practices.

## Contribution

The study is one of the first to explore the relationship between self-care and fatigue in heart failure patients during the pandemic in Brazil.

## Key findings

- Self-care for heart failure was inadequate during the pandemic, particularly in maintenance, management, and confidence.
- Fatigue was a common and debilitating symptom before hospitalization.
- No significant association was found between fatigue levels and self-care practices.

## Abstract

to determine the association between self-care and fatigue in patients hospitalized with decompensated heart failure during the COVID-19 pandemic.

observational, cross-sectional study involving 132 individuals hospitalized in a university hospital. Data were collected through individual interviews and medical record reviews. Self-care was evaluated using the Self-Care of Heart Failure Index, while fatigue was measured using the Fatigue Pictogram, both of which had been previously validated for use in Brazil. Scores of 70 or higher indicated adequate self-care in the domains of Management, Maintenance and Confidence.

most participants were men (n = 73; 55.3%), had a low educational level (n = 98; 74.2%), lived with a spouse and/or children (n = 77; 58.4%) and had a mean age of 62.3 years (standard deviation = 28.7). Inadequate self-care for heart failure was observed in the Maintenance (n = 109; 82.6%), Management (n = 81; 61.8%) and Confidence (n = 57; 48.3%) subscales. In the week before hospitalization, participants reported experiencing fatigue-related exhaustion and limitations. No statistically significant association was found between fatigue intensity or impact and the self-care subscales.

during the pandemic, although fatigue was prevalent among participants before hospitalization due to clinical decompensation of heart failure, it was not associated with self-care for the condition.

(1) Self-care for heart failure during was inadequate the pandemic. (2) Fatigue was a prevalent and debilitating symptom before hospitalization. (3) Nursing must prioritize self-care for heart failure.

verificar a associação entre autocuidado e fadiga de pacientes internados por descompensação da insuficiência cardíaca durante a pandemia da COVID-19.

estudo observacional, de corte transversal, com 132 indivíduos internados em um hospital universitário. Os dados foram coletados por entrevista individual e consulta aos prontuários. O autocuidado foi avaliado pelo Self-Care of Heart Failure Index e a fadiga pelo Pictograma de Fadiga, ambas versões validadas previamente para uso no Brasil. Valores iguais ou superiores a 70 indicam autocuidado adequado para as subescalas Manejo, Manutenção e Confiança.

a maioria dos participantes era do sexo masculino (n = 73; 55,3%), com baixa escolaridade (n = 98; 74,2%), morava com cônjuge e/ou filhos (n = 77; 58,4%) e a média de idade foi 62,3 anos (desvio-padrão = 28,7). Constatamos autocuidado inadequado para a insuficiência cardíaca nas subescalas Manutenção (n = 109; 82,6%), Manejo (n = 81; 61,8%) e Confiança (n = 57; 48,3%). Considerando a última semana antes da hospitalização, os participantes referiram cansaço e limitações decorrentes da fadiga. Não constatamos associação estatisticamente significante entre a intensidade e o impacto da fadiga e as subescalas do autocuidado.

no período pandêmico, a fadiga percebida pelos participantes antes da internação pela descompensação clínica da insuficiência cardíaca, embora prevalente, não teve associação com o autocuidado da doença.

(1) O autocuidado para insuficiência cardíaca foi inadequado durante a pandemia. (2) A fadiga foi um sintoma prevalente e incapacitante antes da internação. (3) O autocuidado para insuficiência cardíaca deve ser priorizado pela enfermagem

verificar la asociación entre el autocuidado y la fatiga en pacientes hospitalizados por insuficiencia cardíaca descompensada durante la pandemia de COVID-19.

estudio observacional, de corte transversal, con 132 individuos ingresados en un hospital universitario. Los datos se recolectaron mediante entrevistas individuales y consulta de historias clínicas. El autocuidado se evaluó mediante el Self-Care of Heart Failure Index y la fatiga mediante el Pictograma de Fatiga, ambas versiones validadas previamente para su uso en Brasil. Valores iguales o mayores a 70 indican un adecuado autocuidado para Manejo, Mantenimiento y Confianza.

la mayoría de los participantes era hombre (n = 73; 55,3%), con baja escolaridad (n = 98; 74,2%), vivía con cónyuge o hijos (n = 77; 58,4%) y la media de edad fue de 62,3 años (desviación estándar = 28,7). Constatamos un autocuidado inadecuado de la insuficiencia cardíaca en las subescalas Mantenimiento (n = 109; 82,6%), Manejo (n = 81; 61,8%) y Confianza (n = 57; 48,3%). Considerando la última semana antes de la hospitalización, los participantes refirieron cansancio y limitaciones producto de la fatiga. No constatamos asociación estadísticamente significativa entre la intensidad y el impacto de la fatiga y las subescalas de autocuidado.

durante el período pandémico, la fatiga percibida por los participantes antes de la hospitalización por la descompensación clínica de la insuficiencia cardíaca, aunque prevalente, no tuvo asociación con el autocuidado de la enfermedad.

(1) El autocuidado de la insuficiencia cardíaca fue inadecuado durante la pandemia. (2) La fadiga fue un síntoma prevalente e incapacitante antes de la hospitalización. (3) Los autocuidados de la insuficiencia cardíaca deben ser priorizados por el personal de enfermaría.

## Linked entities

- **Diseases:** heart failure (MONDO:0005252), COVID-19 (MONDO:0100096)

## Full-text entities

- **Diseases:** Fatigue (MESH:D005221), Heart Failure (MESH:D006333), COVID-19 (MESH:D000086382), Inadequate (MESH:D012892)
- **Species:** Homo sapiens (human, species) [taxon 9606]

## Figures

6 figures with captions in the complete paper: https://tomesphere.com/paper/PMC12814791/full.md

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Source: https://tomesphere.com/paper/PMC12814791