# Comparison of Intramedullary Nails with Cephalic Screws and Dynamic Hip Screw in the Treatment of Unstable Intertrochanteric Fractures in Adults – A Systematic Review and Meta-Analysis

**Authors:** João Protásio, Paulo Victor Dias Almeida, Mariana Garcia Martins Castro

PMC · DOI: 10.1055/s-0045-1812024 · Revista Brasileira de Ortopedia · 2025-11-18

## TL;DR

This study compares two surgical methods for treating hip fractures and finds that one method offers better clinical outcomes.

## Contribution

The study provides a systematic review and meta-analysis comparing cephalomedullary nails and dynamic hip screws for unstable hip fractures.

## Key findings

- Cephalomedullary nails reduced surgical time and blood loss compared to dynamic hip screws.
- Cephalomedullary nails showed lower risk of mechanical failure and reoperation.
- Functional scores and mortality were similar between the two methods.

## Abstract

Comparar os desfechos clínicos, funcionais e de segurança entre o uso de hastes intramedulares com bloqueios cefálicos (
cephalomedullary nails
, CMNs, em inglês) e o de parafuso deslizante
dynamic hip screw
(DHS) no tratamento de fraturas transtrocanterianas instáveis (dos graus 31-A2/A3, segundo a classificação da Arbeitsgemeinschaft für Osteosynthesefragen [AO, Associação para o Estudo da Fixação Interna]/Orthopaedic Trauma Association [OTA, Associação de Trauma Ortopédico]), e III–V segundo a classificação de Tronzo).

Conduzimos uma revisão sistemática conforme a declaração Preferred Reporting Items for Systematic reviews and Meta-Analyses (PRISMA) de 2020, com buscas nas bases de dados PubMed, Scopus, Embase, Cochrane e Web of Science. Foram incluídos estudos comparativos (ensaios clínicos randomizados e controlados e coortes prospectivas) publicados entre 2000 e 2025. Os desfechos primários foram mortalidade, falha do implante, reoperação e pontuação funcional. Realizamos também uma análise estatística por modelo de efeitos aleatórios, com índice de heterogeneidade (I
2
) e avaliação de qualidade de acordo com a abordagem Grading of Recommendations, Assessment, Development and Evaluation (GRADE).

Foram incluídos 18 estudos na metanálise. O grupo CMN apresentou menor tempo cirúrgico (diferença média [DM] = −12,3 minutos), menor sangramento intraoperatório (DM = −88 mL), menor risco de falha mecânica (razão de chances [RC] = 0,42) e menor necessidade de reoperação (RC = 0,58). As pontuações funcionais e a mortalidade não apresentaram diferenças significativas. A qualidade da evidência foi considerada alta para o tempo cirúrgico e as complicações mecânicas, moderada para a reoperação, e baixa para a pontuação funcional.

As CMNs mostraram-se superiores ao DHS no tratamento das fraturas transtrocanterianas instáveis em diversos desfechos clínicos, e devem ser consideradas o tratamento de escolha, especialmente em casos de maior instabilidade. Entretanto, em contextos com limitação de recursos, como o dos hospitais públicos brasileiros, o DHS permanece uma alternativa viável quando utilizado com critério técnico adequado.

## Full-text entities

- **Diseases:** Orthopaedic Trauma (MESH:D014947), Intertrochanteric Fractures (MESH:D006620), bleeding (MESH:D006470)

## Full text

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## Figures

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## References

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