# Analysis of Microbiological Findings on the Surface of External Fixator Pins Comparing Steel Pins with Hydroxyapatite-Coated Pins

**Authors:** Cristhopher Stoffel, Honório Octávio Cuadro Peixoto, Felipe Kowaleski dos Santos, Pedro Afonso Keller Licks, Fernando Baldy dos Reis, Mauro José Costa Salles

PMC · DOI: 10.1055/s-0045-1809519 · 2025-06-23

## TL;DR

This study compares microbial recovery on steel and hydroxyapatite-coated pins in external fixators, finding lower microbial rates on coated pins but no difference in infection rates.

## Contribution

The study introduces a comparative analysis of microbial colonization on hydroxyapatite-coated versus steel external fixator pins in a clinical setting.

## Key findings

- Hydroxyapatite-coated pins had lower microbial recovery rates compared to steel pins.
- Staphylococcus aureus was the most frequently isolated pathogen.
- Clinical infection rates were similar between the two pin types.

## Abstract

Comparar as taxas de recuperação microbiana e os tipos de microrganismos identificados na superfície dos pinos de aço inoxidável (PAIs) e nos pinos revestidos com hidroxiapatita (PHAs) de fixadores externos (FEs).

Este estudo de coorte prospectiva de intervenção, não randomizado, multicêntrico, comparative foi realizado entre abril de 2018 e outubro de 2021, com 44 pacientes tratados com FE, 33 dos quais receberam PAIs e 11 receberam PHAs. Foram coletados e enviados para análise microbiológica dois pinos de cada paciente, o de melhor e o de pior aspecto clínico conforme a classificação de Maz-Oxford-Nuffield (MON), de forma asséptica.

A taxa de infecção (TI) superficial global foi de 52,3% (23 de 44 pacientes), sendo 45,5% (5 de 11 pacientes) entre pacientes que receberam PHAs e 54,5% (18 de 33 pacientes) entre pacientes que receberam PAIs, respectivamente (
p
 = 0,732). Dos 88 pinos, 43,2% (38 de 88 pinos) apresentaram identificação microbiana, sendo isolados 42 patógenos no total. O
Staphylococcus aureus
foi o mais frequente, representando 59,5% (25 dos 42 patógenos). Nas amostras de “melhor aspecto,” a taxa de recuperação microbiana foi significativamente menor nos PHAs do que nos PAIs, 18,2% (2 patógenos em 11 pinos) e 45,5% (15 patógenos em 33 pinos), respectivamente (
p
 = 0,036). Nas amostras de “pior aspecto,” a taxa de recuperação microbiana nos PHAs se nos PAIs foi 27,3% (3 patógenos em 11 pinos) e 54,5% (18 patógenos em 33 pinos), respectivamente (
p
 = 0,036).

As taxas de recuperação microbiana foram menores nos PHAs comparadas às dos PAIs. Entretanto, estas diferenças não impactaram nas taxas de infecção clínica, que foram semelhantes nos dois grupos.

## Full-text entities

- **Diseases:** SI (MESH:D006259), infection (MESH:D007239)
- **Chemicals:** Hydroxyapatite (MESH:D017886)
- **Species:** Staphylococcus aureus (species) [taxon 1280], Homo sapiens (human, species) [taxon 9606]

## Figures

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Source: https://tomesphere.com/paper/PMC12185183