# Critical Predictors of the Outcomes of Rotator Cuff Arthroscopic Repair

**Authors:** Mauro Coura Perez, Cládis Lopes Sanches Filho, Pedro Cordeiro Moraes, Rodrigo de Almeida Chame de Castro, Gabriel de Araújo, Vinicius Schott Gameiro

PMC · DOI: 10.1055/s-0045-1802963 · Revista Brasileira de Ortopedia · 2025-04-28

## TL;DR

This study identifies age over 75, large rotator cuff lesions, and muscle degeneration as key factors linked to poor outcomes after arthroscopic repair of rotator cuff injuries.

## Contribution

The paper introduces a novel classification of 'critical patients' combining age, lesion size, and fatty degeneration to predict poor surgical outcomes.

## Key findings

- Patients aged 75 or older had a 54.5% failure rate compared to 21.3% in younger patients.
- Lesions larger than 25mm and involvement of more than two tendons significantly increased treatment failure odds.
- Critical patients (age ≥75, Goutallier >2, lesion >25mm) had a 75% failure rate, 11.2 times higher than others.

## Abstract

Objective
 To evaluate the functional outcomes after rotator cuff arthroscopic repair in an adult population and to establish risk factors for poor prognosis in this procedure.

Methods
 This retrospective cohort study analyzed medical records of 302 shoulders that underwent arthroscopy for rotator cuff repair between October 1, 2014, and December 31, 2017. Patients were included if they had a complete rotator cuff injury and met other specific criteria. Surgical procedures were performed consistently, and postoperative care involved a structured rehabilitation protocol. The primary outcome measure was the need for further surgery or a University of California, Los Angeles (UCLA) shoulder score < 28 at 2 years postsurgery. Statistical analyses included descriptive, inferential, and logistic regression methods.

Results
 Treatment success was observed in 234 shoulders (77.5%), while 68 shoulders (22.5%) were classified as treatment failures. Factors significantly associated with treatment failure included having more than 2 affected tendons (OR: 2.8, 95%CI: 1.5–5.0) and lesion sizes greater than 25 mm (OR: 2.9; 95%CI: 1.6–5.3). Patients aged 75 years or older had a failure rate of 54.5%, compared to 21.3% in younger patients (
p
 = 0.019). The Goutallier classification for fatty degeneration was significantly worse in older patients (
p
 = 0.001). Critical patients, defined as those aged ≥ 75 years with a Goutallier classification > 2 and lesion sizes > 25 mm, had a treatment failure rate of 75.0% (OR: 11.2; 95%CI: 2.2–57.0).

Conclusion
 Rotator cuff arthroscopy showed no worse prognosis based solely on age until 75 years. However, patients older than 75 years with significant muscle degeneration and large lesions had substantially increased chances of poor outcomes. Alternative treatments should be considered for these critical patients to improve their quality of life and upper limb functionality.

Objetivo
 Avaliar os desfechos funcionais após o reparo artroscópico do manguito rotador em uma população adulta e estabelecer os fatores de risco para o prognóstico ruim deste procedimento.

Métodos
 Este estudo de coorte retrospectiva analisou os prontuários médicos de 302 ombros submetidos à artroscopia para reparo do manguito rotador entre 1° de outubro de 2014 e 31 de dezembro de 2017. Os pacientes foram incluídos se tivessem uma lesão completa do manguito rotador e atendessem a outros critérios específicos. Os procedimentos cirúrgicos foram realizados de forma consistente e o tratamento pós-operatório envolveu um protocolo de reabilitação estruturado. A principal medida de desfecho foi a necessidade de cirurgia adicional ou um escore de ombro da University of California, Los Angeles (UCLA) < 28 em 2 anos após a cirurgia. As análises estatísticas incluíram métodos descritivos, inferenciais e de regressão logística.

Resultados
 O sucesso do tratamento foi observado em 234 ombros (77,5%), enquanto 68 ombros (22,5%) foram classificados como falhas de tratamento. Fatores significativamente associados à falha do tratamento incluíram o acometimento de mais de 2 tendões (razão de chances [RC]: 2,8; intervalo de confiança de 95% [IC95%]: 1,5–5,0) e lesão com mais de 25 mm de tamanho (RC: 2,9; IC95%: 1,6–5,3). Pacientes com 75 anos ou mais apresentaram taxa de falha de 54,5% em comparação a 21,3% em pacientes mais jovens (
p
 = 0,019). A classificação de Goutallier de degeneração gordurosa foi significativamente pior em pacientes mais velhos (
p
 = 0,001). Pacientes críticos, definidos como aqueles com idade ≥ 75 anos, classificação de Goutallier > 2 e tamanho de lesão > 25 mm, apresentaram taxa de falha do tratamento de 75,0% (RC: 11,2; IC95%: 2,2–57,0).

Conclusão
 A artroscopia do manguito rotador não mostrou pior prognóstico com base somente na idade até os 75 anos. No entanto, nos pacientes com mais de 75 anos, degeneração muscular significativa e lesões grandes tiveram chances substancialmente maiores de desfechos ruins. Tratamentos alternativos devem ser considerados para melhorar a qualidade de vida e a funcionalidade dos membros superiores desses pacientes críticos.

## Full-text entities

- **Diseases:** rotator cuff injury (MESH:D000070636), muscle degeneration (MESH:D009410), fatty degeneration (MESH:D008067)
- **Species:** Homo sapiens (human, species) [taxon 9606]

## Full text

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